terça-feira, 1 de dezembro de 2009

OFICINA: TP 2 - UNIDADE 6 - GRAMÁTICA






CONCEPÇÕES DE GRAMÁTICA, TIPOS DE ENSINO E ANÁLISE LINGÜÍSTICA








A última oficina do TP do ano de 2009 foi muito envolvente e complementou a instigação provocada pela anterior. Teve como objetivo discutir as concepções de gramática, tipos de ensino e análise lingüística. Ofereci um chef português, com roupas em tons brasileiros, segurando um carpádio que era o roteiro. Completei o ambiente com textos em bandejas de papelão e em jogo americano. Ficou bem convidativo e propício para o tema.



Tivemos atividades desde o início da oficina e os professores demonstravam conhecimento sobre o assunto, desejavam a aplicabilidade (Muito bom!). Montamos um quadro com as concepções de gramática, definindo; tipos de ensino e o objetivo de cada um. Foi um momento significativo para compreensão do todo. Aproveitei para apresentar o livro Por que (não) ensinar gramática de Sírio Possenti. Li cartazes com trechos de Pedro Luft, Marcos Bagno e Travaglia dentre outros.



Compreendido. Passamos para a análise lingüística. Utilizando uma produção de um aluno de 5ª série / 6º ano, questionei quais as estratégias utilizadas para correção. Foram muitos relatos / sugestões. Fiz uso do conhecimento sobre tipos de ensino e explorei possibilidades de correção, buscando respaldo no livro de Wanderley Geraldi -O texto na sala de aula - onde o autor expõe formas de trabalhar correção de texto /análise lingüística a partir da 5ª série. Excelente!



Foi uma experiência maravilhosa! As discussões fluiam e de forma muito tranquila os cursistas avaliaram o momento. Valeu todo envolvimento e elaboração!

OFICINA: TP 1 UNIDADE 2 - VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA



É PRECISO QUE TENHAMOS O DIREITO DE SERMOS DIFERENTES QUANDO A IGUALDADE NOS DESCARACTERIZA E O DIREITO DE SERMOS IGUAIS QUANDO A DIFERENÇA NOS INFERIORIZA.
BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS


A oficina do TP 1 - Unidade 2, trouxe um assunto muito discutido e que já começou a participar da prática do docente - VARIAÇÃO LINGÜÍSTICA. O objetivo desse encontro era discutir variação linguística : dialetos, registros e equívocos.
Os professores estavam bem receptivos e desejosos dessa discussão. Desde o primeiro momento quando cantamos a música "Tiro ao álvaro", muitos questionamentos e posicionamentos foram expostos.
As atividades realizadas amenizaram algumas dúvidas sobre o trabalho em sala de aula e reforçou a importância da compreensão e respeito a variedade linguística como fator essencial para a promoção da aprendizagem.
Fiz uso do PCN do fundamental 2 e alguns trechos de um artigo de Geraldi para enfatizar sobre os equívocos.
As avaliações realizadas pelos professores pontuam a satisfação desse encontro. E eu ressalto a necessidade de retomar, explorando outros aspectos que podem fortalecer o trabalho docente.

PARA REFLETIR...

Que importa que uns falem mole
Descansado
Que os cariocas arranhem os erres na garganta
Que os capixabas escancarem
As vogais?
Que tem quinhentos réis meridional
Vira tostões do Rio pro Norte?
Juntos formamos este assombroso
De misérias e grandezas,
Brasil, nome de vegetal ...

Mário de Andrade

OFICINA: TP 6 -UNIDADE 22 - ARGUMENTAÇÃO






VOCÊ TEM O CONTROLE!?



" A publicidade pode ser descrita como a ciência de prender a inteligência humana o tempo suficiente para lhe arrancar algum dinheiro."



Stephen Leacock





Com o objetivo de refletir sobre os tipos de argumentação e identificar estratégias relacionadas ao planejamento de escrita de textos a terceira oficina utilizando o TP foi bastante instigante. Todas as atividades propostas na formatação, contemplavam de forma dinâmica, a leitura e produção de textos, entrelaçando os temas: argumentação e escrita. A cada momento os professores cursistas desvendavam tipos de argumentos, a necessidade de planejamento para o ato da produção e como esse conhecimento contribui e enriquece a prática pedagógica.



Para reforçar a questão da escrita, falei de Irandé Antunes, Francisco Carvajal Perez, Wanderley Geraldi e Délia Lerner, mostrando livros que, além de tratar teoricamente da questão, registram exemplos práticos do trabalho com as etapas da escrita.

PARA CURTIR...

A VITRINE

A vitrine é só um vidro
entre a coisa e o comprador,
cada qual com seu preço,
cada um com seu valor.

A cidade está à venda
móveis, imóveis, amor.
O futuro sem entrada,
a esperança sem fiador.

Os objetos discutem
o preço dos compradores,
os produtos avaliam
futuros possuidores.

Os artefatos consomem
tranquilos consumidores.

Texto extraído do Anuário Brasileiro de Propoganda.

TP 5 - UNIDADE 18 / ESTILO E COERÊNCIA


UM BEM QUERER...

Escolhi para a oficina do TP 5 - Unidade 18 - a colcha de retalhos. Primeiro por comtemplar o objetivo: compreender a noção de estilo e como se constrói a coerência nos textos. Depois por oferecer ao ambiente oportunidade de várias leituras. Muitas lembranças foram suscitadas a partir do roteiro/colcha e as emoção foi dona desses minutos.
Ampliar conhecimentos que o professor tem a respeito de estilo foi a primeira possibilidade desse encontro. Através de leituras de paineis expostos na sala, audição de vários estilos musicais, percepção de escrita de autores diferenciados desenvolvemos essa atividade com sucesso. O estudo sobre coerência não aconteceu de forma diferente, utilizando os mesmos recursos, foi possível perceber que o texto é coerente a partir de vários fatores e que o interlocutor e um dos responsavéis por esse aspecto.
Pensando em aprofundar esses temas ainda mais na prática, foi elaborado e montado um texto com o objetivo de troná-lo coerente utilizando recursos extra e interno a linguagem. A proposta de análise dos Avançandos na Prática enriqueceu o estudo e compreensão da aplicabilidade com os alunos.
Os registros nas avaliações com palavras como: debater, compreensão, excelente, satisfação e conhecimento marcam a importância desse encontro.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

PORTFÓLIO / PROJETO




Se andarmos apenas por caminhos já traçados, chegaremos apenas aonde os outros chegaram.

Alexander Graham Bell



Por ser um procedimento de avaliação ainda pouco usado e divulgado na educação, essa oficina era muito aguardada. Realizei no dia 07 de outubro, e foi toda elaborada para não deixar tensão e mostar como o processo é simples quando planejado e praticado.

Já que é uma proposta de registro, para o roteiro foi dado a forma de lápis, e em um lápis maior expomos o objetivo: possibilitar aos cursistas uma reflexão sobre portfólio como procedimento de avaliação, bem como subsidiá-los no processo de construção desse instrumento; analisar os ante-projetos, de acordo com os Critérios de Avaliação.

A dinâmica da flor deixou um clima de tranquilidade e partilha. Foi muito sensível e as emoções brotaram. A música, Tocando em frente, cantado por todos, findou essa vivência de uma forma ímpar.

O diálogo sobre portfólio fluiu e as dúvidas foram dirimidas a cada momento. A proposta dos cursistas produzir um portfolio concretizou e evidenciou a pratica de produção de um portfólio.
Alguns recursos, como uma pequena retrospectiva das oficinas realizadas, facilitaram a produção.




OFICINA TP4 -UNIDADE 14 / LETRAMENTO


Comecei coma leitura do texto "É preciso ler" de Almir de Medeiros. apresentei o roteiro em forma de um folder e em seguida o objetivo: sistematizar e aprofundar reflexões sobre letramento, vivnciando situações de leitura e escrita.

Aconteceu no dia 30 de setembro de 2009, e os cursistas pareciam aguardar esse tema. Foram muito receptivos e participaram bastante. Levei o livro O Limpador de Placas e a leitura proporcionou momentos de satisfação e ampliação do termo Letramento. Reconhecer práticas de letramento e a possibilidade de realizar atividades em sala de aula foi a conquista desse dia.

Destaquei para leitura e mesclagem com a prática o livro de Isabel Solé - Estratégias de Leitura; Ingedore Villaça - Ler e Compreender os Sentidos do Texto e Magda Soares. Findamos com o diário de bordo, onde registraram os momentos marcantes e a realização daquela vivência.



OFICINA: AVALIAÇÃO

A oficina de Avaliação foi realizada no dia 16 de setembro de 2009, o objetivo era discutir e dialogar a respeito do sistema de avaliação do SAEB - Prova Brasil e ENEM. não deixando de rever também as formas de avaliar, pontuando suas implicações no processo de ensino e aprendizagem.

Iniciei com o texto "Receita de Olhar" de Roseana Murray e em seguida apresentei vários olhares, questionando qual o olhar do professor cursista sobre Avaliação. Foi uma discussão bastante significativa. Apresentei o roteiro, que estava em forma de várias engrenagens e comentei sobre o objetivo daquele encontro. Através de cartazes, comentei sobre as formas de avaliar e fizemos a distinção da avaliação interna e externa. Apresentei o SAEB e as duas provas, pontuando as diferenças. A partir desse momento, os professores conheceram e reconheceram caracteristicas de cada prova, através de questões e descritores /habilidades.

Foi um tema muito pertinente e que vale retomar. A avaliação ainda é um enigma no processo de ensino e aprendizagem.